segunda-feira, 31 de janeiro de 2005

Maria Ana, e não Mariana.

Assim se chamava a minha primeira professora de educação musical: Maria Ana e não Mariana, como a vetusta senhora insistia em repetir, aula após aula, entre a clave de sol e o mi sustenido. Apesar de tudo, insisti na guitarra, no piano, como autodidacta e, mais recentemente, num delicioso instrumento todo ele repleto de nostalgia. Tomara ter fôlego para, a plenos pulmões, tocar o meu melodion como se não houvesse amanhã.