sexta-feira, 7 de janeiro de 2005

Os ____________ de 2004.

Seja o que for, melhores e piores, imprescindíveis e dispensáveis, regressos e pleonasmos, ele há obras que marcaram o ano que agora findou. O que se passa é que tenho um gravíssimo problema de memória (ou de falta dela) e não me recordo das coisas que me impressionaram, tocaram, marcaram nem à lei da bala. Mesmo assim, arrisco uma lista, sempre subjectiva, sempre sujeita a esse grande imponderável que habita algures dentro da caixa toráxica, entre uma batida e a próxima.

Um filme: “Lost In Translation” de Sofia Coppola
Um disco nacional: “Torch Songs For Secret Agents” de Bullet e “AM/FM” dos Gift
Um disco internacional: “Antics” dos Interpol e “Satan’s Circus” dos Death In Vegas
Um concerto: Josh Rouse no Fórum Lisboa
Uma série: CSI, no AXN e na SIC

Claro que haverá muito mais, muitas outras obras dignas de referência, muitas manifestações culturais que se sentirão injustiçadas, mas a verdade é que a minha memória é tão duradoura como a maioria das promessas eleitorais. Já vos falei das minhas escolhas para os “Melhores de 2004”?