sexta-feira, 11 de fevereiro de 2005

Sou um homem doente.

Uma das meninas mais belas, que já andou de transportes públicos, senta-se em frente a mim com uma amiga. Entre outras coisas, fala do novo MG, dos seus extras e estofos em pele. Utiliza palavras como “bué”, “grisar”, e a expressão “sonoro” quando se refere ao equipamento de som e suas capacidades de débito de volume. Próximo assunto: novos pontas de lança, ascensão e queda de vários trincos. Termina este tema com uma abordagem às formas de marcação de livres indirectos, salteadas por nomes técnicos.

Tento levantar-me, após o atropelo do piercing na língua. Não sabia, mas sofro de dificuldades de locomoção cerebral pontuais.