terça-feira, 24 de maio de 2005

Alegre, mas não trôpego, carago.



Estava eu muito bem a ouvir música e de repente percebo que já ouvi a 4ª sinfonia de Brahms para aí umas 3 vezes. No repeat, incansável, como se fosse um adolescente com o CD dos Keane (que também não é mau).

Penso logo - ai a minha vidinha, querem ver que já nem me lembro da idade que tenho?

Depois percebo que era só o disquinho de tributo a Carlos Kleiber. Afinal era o maior Deus, ele, dos maestros que já existiram até hoje «whose work transcends conventional opinions about taste and judgment».

Pimba, afinal, não só posso adiar a encomenda do Porsche da meia-idade, como também ganhei fôlego para um confronto com os simples que acham que gostos não se discutem. Inscrições abertas para o E-mail lá de cima.