segunda-feira, 9 de maio de 2005

Parece umbiguista, mas nem por isso.

Sim, é um dos pastéis a responder a um questionário daqueles que circulam por mail e que, normalmente, não caberia aqui, mas como veio daqui e como me apetecia muito lançar o tema, enfim, aqui vai.

Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?

Desde que tenha um final imprevísivel, à la Shyamanlan, qualquer Borda d'Água me assenta que nem uma luva.

Já alguma vez ficaste apanhadinho por um personagem de ficção?

Várias vezes, quase sempre que me deixo embrenhar na narrativa, ou seja, quase sempre que leio um livro. O último personagem que me intrigou, sobretudo pela complexidade e pela quantidade de leituras possíveis que nele habitam, foi o protagonista do “Livro das Ilusões” de Paul Auster, Hector Mann.

Qual foi o último livro que compraste?

Para mim, o “31 Songs” do Nick Hornby, para oferecer as “Memórias das Minhas Putas Tristes”.

Qual o último livro que leste?

Estou a ler o “31 Songs” do Hornby, crónicas soltas do “Sexo Na Cabeça” do Luís Fernando Veríssimo e “Pela China Dentro”, de António Caeiro.

Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?

“O Melhor Anjo”, de Frank Ronan, “Mr. Vertigo” de Paul Auster (ambos para reler) e três obras de fôlego, com ínúmeras leituras, entre Shakespeare, Goethe e Proust.

A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?

À minha querida mãezinha e a outras duas pessoas, ainda indeterminadas.

Tentúgal, Bacalhau, siga.