terça-feira, 21 de junho de 2005

Da minha janela.

- Um falcão, andorinhas, pardais e pombos.
- Diferentes classes de nuvens.
- Uma bola de fogo intensa que nos arrelia durante o dia, mas tem um curioso poder calmante quando atravessa a linha do horizonte.
- O arco do Praça de Espanha, que em tempos foi um amontoado de peças, como um puzzle à espera de um par de mãos laboriosas.
- O novo Teatro Aberto, com o simpático restaurante Pano de Boca em primeira linha.
- A densa vegetação da Embaixada de Espanha, recheada de árvores frondosas, muitas delas cujos nomes não sei pronunciar.
- A bolsa, os bancos, os hotéis, os neons quando a noite cai.
- A Gulbekian, com a estátua do Calouste em destaque.
- O vai-vém diário de milhares de carros, de todas as cores, tamanhos e feitios, todos eles devidamente equipados com as suas majestosas buzinas.
- Andaimes ao perto, aindames ao longe, sinais de que a cidade não pára de inchar.
- Prédios bonitos, prédios feios, prédios abandonados, prédios recuperados.
- Aviões que partem, mas sobretudo aviões que chegam.