sexta-feira, 23 de setembro de 2005

É assim.

A Fátinha chegou e andou. Apesar de ser uma pinante de primeira e de ter andado fugida, alguém comprou/pagou/subornou/influenciou a sua liberdade.

Depois admiram-se da comunicação internacional dizer que Portugal é um país que não dá sinais de sair da corrupção terceiro mundista que caracteriza os piores países.

P.S. Antes que me perguntem, já li esta crítica, pelo menos, na News Week e no Times, nomeadamente quando falaram do caso Casa Pia.