terça-feira, 13 de setembro de 2005

Memória inútil.

Creio que todos nós fixamos coisas nem sempre muito importantes, que ficam no nosso disco rígido para sempre, ou quase sempre. A mim acontece-me com números de telefone e matrículas de automóveis de pessoas que fazem parte da minha vida. Assim é natural que não consiga recitar Shakespeare no automático.