sexta-feira, 7 de outubro de 2005

Da vergonha.

Em frente ao meu prédio, uma passadeira numa das artérias secundárias de um dos bairros mais movimentados da capital. A morfologia da rua convida ao pé pesado, não sendo impossível (e até muito frequente) passar por aqui entre os 80 e os 100 km/h. Ao longo da quase totalidade da dita extensão de estrada, uma passadeira, praticamente invísivel, até hoje de manhã. Curiosamente, calha este domingo ser dia de autárquicas. Ele há coincidências do camandro.