quinta-feira, 13 de outubro de 2005

Soltas.

Enquanto não me chega a sacada para poder patentear uma parvoíce qualquer que venda que nem pipoca e me torne milionário, limito-me a observar. Observo que em Portugal as pessoas continuam a achar que uma long distance call implica berrar para que o receptor oiça. E que falam mais rápido para poupar uns euritos, quando são capazes de gastar o dobro em conversas de merda diárias, mas nacionais. Observo também que comprar um bilhete de avião é como ir à Makro: tudo parece barato até acrescentar o IVA. No comércio aeronáutico (palavra tão anos 80) dão-nos o preço das viagens sem as taxas de aeroporto, como se pudessemos optar por partir do terraço de nossa casa.

Se repararem na minha ausência na próxima semana é porque estou de férias em Bruxelas e Colónia.