sexta-feira, 30 de dezembro de 2005

Às vezes tenho que me esforçar como os cornos para não dizer mal do nosso país.



Ando à procura do fabuloso Werther de Goethe para oferecer (eu tenho uma edição de 1968, felizmente).

Corri as melhores livrarias de Lisboa e o máximo que consegui foi um “por encomenda, meu amigo, e vai ter que esperar que agora mete-se o fecho do ano e os balanços, com sorte lá para a terceira semana de Janeiro ligo-lhe a dizer qualquer coisa”.

Na Bertrand disseram-me “não temos em nenhuma das nossas lojas e também já saiu de catálogo. Veja nos alfarrabistas que é capaz de encontrar. Também, o que lhe deu para querer um livro desses?”

“Foda-se” disse eu.