terça-feira, 28 de fevereiro de 2006

Bom senso - 1, Carnaval - 0

Coisas que eu odeio no Carnaval:

- Bombinhas de mau cheiro
- Bombinhas chinesas
- Balões de água
- Pessoas com idade para ter juízo mascaradas
- Crianças com um ar rídiculo (cujas fotos tiradas hoje só vão servir para, se algum dia as ditas crianças desaparecerem, serem entregues aos meios de comunicação social)
- Mulheres gordas vestidas com biquinis ridículos a dançar à chuva, ao som de música brasileira
- Campanhas publicitárias dedicadas a uma das piores efemérides de sempre

Coisas de que eu gosto no Carnaval:

- O Alberto João Jardim de cuecas, suado, a dançar abraçado às mulheres gordas supra-citadas (sim, eu sei, este ano não tive esse prazer).

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

Kill Real.









Novas aquisições (estas oferta, e que oferta) de um espólio que adivinha, nos tempos próximos, preocupantemente "espaçoso".

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006

Depois dizem que não é o Messias.

Por variadíssimos motivos ontem não assisti à missa dos portugueses, mas minutos antes ouvi numa reportagem televisiva o José Mourinho falar: blá, blá, blá, blá, e o Chelsea, blá, blá, blá, e o Liverpool, blá, blá, blá, e o Benfica, blá, blá, blá e o Luisão.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Early morning woman joke III.

- Quando morrer quero ser cremada.

- E eu quero ser bronzeada.

Early Morning woman joke II.

- Ops. Desculpem, não sabia que estavam assim. Querem que saia?

- Não. Queremos que filmes.

Mais uma vez o jornalismo:

Benfica entra em estado de Koeman.

in jornal 'A Bola' de um dia deste que passou.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

Pornografia.



Esta semana o Barcelona joga com o Chelsea.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Early Morning woman joke:

Mestre Naco é um homem com uma grande ferramenta.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006

O Guy Ritchie o quê?

Baile, amigos, granda baile.

Acessibilidades (3).

A higiene não é um dado adquirido.

Acessibilidades (2).

Os transportes públicos são como um microcosmos, uma amostra (mais ou menos representativa) da população de uma determinada área urbana (no meu caso específico). O problema é que a estatística não é uma ciência exacta e a mim parece que me calham só os desvios padrão.

Acessibilidades (1).

No autocarro, um jovem universitário de inclinações estéticas encostadas à esquerda (patentes, sobretudo, na malha que envergava e na barba deliberadamente descuidada) lia. Curioso, debrucei-me sobre o objecto de interesse, confesso, na esperança de obter uma confirmação de um palpite que me parecia vencedor - Nietzsche, Mário de Sá Carneiro ou Rilke, pensei eu, mas se fosse uma corrida de cavalos, pela edição de bolso, apostava no "Anticristo". Não só perdi a aposta, como perdi o dia - as epístolas de Pedro, com aquele casaco e aquela barba? À juventude de hoje falta-lhe, sobretudo, coerência.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

O Três Tristes Tigres do jornalismo.

Felgueiras Foi a Fátima e a seguir ao Funpark.

- in capa de jornal 'O Público' de dia 12/02/06.

sábado, 11 de fevereiro de 2006

Conversas com deus.

A todos os leitores que cá vieram por quererem mais informações sobre o livro da Alexandra Solnado, a tal senhora que diz que fala muito com o senhor, parece que é o deus dela é com maiúscula - façam favor de voltar ao google e rectificar a situação. A todos os outros, deus existe, sim, e toma a forma de teclas pretas e brancas intercaladas quando se exige, como ontem no CCB. Brad Mehldau, com trio renovado (sai Jorge Rossy na bateria, entra Jeff Ballard, ganhamos nós), deu uma tareia a todos nós masoquistas melómanos que nos deslocámos ontem ao Grande Auditório. De Chico Buarque a Soundgarden, com Beatles, Nick Drake e Radiohead pelo meio, não houve território deixado por explorar. Ide comprar o disco novo, "Day Is Done", e deliciai-vos, palavra do senhor.





sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006

Amanhã.

Ao meio-dia o Estranho Amor, afamado blog dentro do seu género, vai ter uma hora dedicada na Rádio Comercial. Para além de música de jeito, vão poder ouvir a minha voz. O programa repete no Domingo às seis da tarde.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

Não é nojo, é higiene.

luvas

Por enquanto ninguém estranha, está fresquinho e tal, mais um maluco de luvas no autocarro. O grande dilema é - e quando chegar a primavera, latex?

Afinal, havia outra.

vanity

Rejubilei com a notícia de última hora que dava honras de capa a uma diva Scarlett como veio ao mundo na capa da Vanity Fair. Afinal, era só meia verdade. A outra metade (o Tom Ford não conta, ok?) chama-se Keira Knightley e rouba completamente o protagonismo à deusa de "Lost In Translation". Querem ver que tenho que mudar a "santinha" do pára-brisas do carro?

Declaração de intenções.

Sem código de conduta previamente acordado pela sacrossanta irmandade dos pastéis, arrisco uma consideração solta sobre a tónica política e social que tem vindo a invadir a pastelaria nos últimos tempos – eu não.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2006

Danadinho. Eu estava danadinho.

Para dizer que não gosto do politicamente correcto. Nem da expressão nem do que significa. Prefiro dizer hipocrisia.

Sendo assim, posso dizer que a estupidez e o analfabetismo secundário são, actualmente, um problema profundo em muitos povos muçulmanos. A vida é assim e pronto.

Mas há uma coisa em que estamos de acordo (eu, o Vitorino do PS e os extremistas muçulmanos): a liberdade de imprensa deve ser regrada. Os jornalistas? - Perguntam vocês. Sim - digo eu – principalmente os portugueses.

Os jornalistas, ai Jesus, os jornalistas.

Há segredos que são para partilhar.

E o disco de estreia do Alexandre, aka The Weatherman, é sem sombra de dúvida um deles.

It's the small things.

Como mudar de amaciador de roupa e ficar genuinamente feliz.

Nã, nã, tudo bem.

O que pensarão os ateus, os laicos(as) ou os agnósticos desta grande paródia que os árabes estão a fazer? Será que os eternos defensores dos muçulmanos, que por sinal também são os eternos atacantes das religiões ocidentais, desta vez também acham que os maus estão deste lado e que os homens do turbante são umas vítimas?

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

24 vs. Scooby Doo.

Premissas: Não gosto de séries, porque não são mais do que novelas sofisticadas. Pela mesma razão não vejo a série 24 e também não gosto do Scooby Doo.

Ontem vi, pela terceira ou quarta vez, uma boa parte de episódio da série 24 e fico sempre com a sensação que tudo aquilo que se está a ver é falso e com um fim diferente daquele que aparenta, deixando-nos, a nós espectadores, em constante estado de ansiedade, tipo as máscaras do vilão do Scooby Doo: debaixo da cara do apanhado, está outra, mas afinal ainda está outra, e mais outra e mais outra, volta à primeira e ainda acaba noutra. Uff, que canseira.

PS: Apesar das premissas expostas, tenho de elogiar uma série(?) portuguesa que passa na SIComédia - O Quadrado das Bermudas. Quando terminou o episódio apercebi-me que o bloco televisivo que acabara de ver não tinha legendas, mas tinha uma produção adequada, textos bem escritos, hilariantes e bem interpretados. Talvez o primeiro produto de televisão português com um nível muito televisivo.

- E este dois? Quem são estes dois?

- Ah, esses, senhor Dr., esses são irmãos.

- Vivem juntos?

- Sim, sim.

- Então casem-nos já, vamos embora.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Admirável mundo novo.



O Tom cruise tem uma pila pequena.



Magnolia, lembram-se?