terça-feira, 2 de maio de 2006

Acabou o Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa.

E eu, pelas mais variadissimas e lógicas razões, não fui. Sou um homem da província, pouco dado a gastos de tempo em coisas supérfluas ou experimentações de parcos recursos. Questiono a razão da existência deste festival, para além de servir de passeio aos candidatos a neo-intelectual (categoria juvenil), jornalistas estagiários ou divorciados com medo de ter perdido algum relevo com a relação defunta.

Este post poderia agora começar a explanar-se em direcção ao aborrecimento que seria a tentativa de demostração cientifica da inutilidade da grande maioria das obras mostradas. Podia, mas não vai.

Já agora, esse cinema é independente de quê?