quarta-feira, 14 de junho de 2006

Beija-me à francesa, caga lá na língua inglesa.

Sou contra todas as formas de violência excepto a sexual suave. Isto não me impede de defender à chapada, e até levar para a cova se for preciso, a firme ideia que este país seria melhor sem a palavra “estória”.

Para quê estórias se temos histórias? Para inglês ver? Foda-se até o corrector ortográfico do Word está de acordo comigo, ainda que isso não seja grande sinal.