Portugal no meu melhor.
Respondendo ao Marchand de Tapis, ilustre comentador regular dos meus posts de bota abaixo tantas vezes com bom senso e razão, gostaria dizer que parto sempre do princípio que as pessoas inteligentes descontam a generalização e a relativização primária do que escrevo. Quando digo “os intelectuais deste país” refiro-me a alguns, infelizmente a maioria, e não a todos sumariamente como parece. Quanto à lista de coisas que gosto e respeito em Portugal, esta seria demasiado extensa para caber aqui mas poderia começar, por exemplo, na Fundação Calouste Gulbenkian, passar pela Agustina Bessa Luís e acabar no Sam the Kid.

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