segunda-feira, 27 de novembro de 2006

ATL.

Curiosa, esta função do itunes, de mostrar não só o número de músicas e o espaço que ocupam, mas também com quantas horas de audição podemos contar. Se tiver 24 dias sem nada para fazer, já tenho programa.

itunes

Menos duas.

Durante anos, fui fiel às seis cordas, de nylon, de aço, do que quer que fosse. Agora, é com uma dose de entusiasmo e outra de pesar, que abraço as quatro. Seria de esperar que, mais cedo ou mais tarde, abraçasse um instrumento fiel à minha estatura, mesmo que etimologicamente.

baixo1

baixo2

baixo3

À-dos-loucos – família dizimada por comer cogumelos que apanhou no mato (está mesmo a dizer).

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

Os castelos de cartas desmoronam.

Já devem ter reparado que foi reposto no ar o anúncio TV da grossa do leste com uma Pluma às costas. Até aqui tudo bem, só que esta reposição foi ponto de partida para ficar a saber que esta super modelo continua curvilínea, mas agora sem uma vista. Disseram-me.

(tinha aqui uma foto tão gira da miúda, mas o blogger não me deixa fazer upload)

Neighbours.

O que é que passa pela cabeça de uma gaja que use saltos altos num prédio com apartamentos em baixo? É super confortável andar de saltos altos no parquet? Já são 8.30 da manhã e se eu estou acordada os outros também? Ainda falta uma hora para sair de casa, mas já estou toda vestida e só me faltam os sapatos por isso uso-os já para não me esquecer? Nunca tiveram vizinhas de cima? Nunca viram filmes? Ou é só uma atitude como as de trânsito, onde o estou-me a cagar para os outros prevalece?

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Serial killer.

Primeiro Ílhavo, agora Palmela.

rolha

domingo, 19 de novembro de 2006

Ainda na sequência do espírito natalício.

Há malta ali ao pé do coliseu que tem disso à bruta.

natal

Quem vos avisa.

Se só tiverem um disco de Jeff Buckley (apesar de não saber como é que alguém na plena posse das suas faculdades mentais só tenha um disco de jesus cristo nosso senhor), que seja este.

sin-e

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Passarão.

Quem terá sido a alminha que se lembrou de vestir uns jeans à Leopoldina? Passarona que o pariu.

Façam o que fizerem,

para mim o natal está cada vez mais longe.

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Cada tiro.

Desde "Goodfellas" que um Scorsese não era tão Scorsese, logo, tão fuckin' good.

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sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Chic.

Era de tal maneira que quando metia a mão no bolso deixava o mindinho de fora.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

É por isto que não falo de música com a humanidade em geral.





Estes dois discos são bons. Darkness in the edge of town de 1978 e Nebraska de 1982. Eu, como pessoa de extrema destreza e elasticidade mental que sou, gosto nas horas livres de fazer o exercício de adivinhar quem é que daqui a 15 anos vai ser o próximo Bob Dylan ou Johnny Cash. Ou seja, falta uma geração matemática para podermos falar em condições destes dois discos. E já agora de Bruce Springsteen também. E não é que goste muito do senhor, sei é, e ao contrário da grande maioria das pessoas que conheço, reconhecer música boa quando a ouço. Por mero acaso, o Bacalhau e o Nata também sabem, se bem que este último ainda seja novinho.

E não é por estes dois álbuns apanharem constantemente com 5 estrelas de entendidos e estudiosos na pinha que eu os recomendo. Faço-o porque são bons como duas gémeas suecas em fato de banho e por vaidade de os ter comprado em vinil quando os mp3 ainda andavam de tomate para tomate. Ou seja, ando no caminho certo há já algum tempo. Ou como diz o escritor que era guarda-costas do Salvador Allende: posso não ser um intelectual mas sei que não sou um imbecil.

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Incidente de automóvel.

Não é novo, o relato vale só porque se passou na primeira pessoa, ou seja, comigo.
Hoje vi como é que acontecem os mais inusitados acidentes de viação. Vinha eu estrada fora, pq o passeio estava ocupado com viaturas estacionadas, quando começo a ver um carro sair do meio da faixa, claramente a apontar na minha direcção. Fixo o interior do carro, e vejo o condutor a olhar para o lado. Para o lado de trás de uma transeunte. A tempo lá se desviou. Depois pensei que seria muito bizarro ter de andar de cadeira de rodas, mínimo, por um lado de trás daqueles.

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Depois do Rock In Rio, em Lisboa.

A Feira de BD da Amadora, na Brandoa.

amadora1

amadora2

amadora3

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Losarismo.

Creio estar a implementar-se e a desenvolver-se uma nova corrente de pensamento contemporâneo na cidade de Lisboa - o looserismo ou em bom português, losarismo. Tal como a palavra indica, este movimento é composto por loosers que frequentam a cidade em espaços públicos nocturnos. E é nova, digo eu, só pelo número de adeptos crescente, pela sua expressividade. Sai-se à noite para um drink e hoje já nem feios, ou mal vestidos se encontra, só loosers. Só malta que não é absolutamente nada, sem um traço forte e vinculativo de pertença a qualquer tribo urbana. Meus amigos, perder está na moda.

Ai o Saddam.

Ai o Saddam.

Foi condenado à morte por enforcamento. Eu não acompanhei este processo em pormenor, mas o fim, por enquanto, não me parece uma surpresa. A única coisa que me espanta um bocadinho é a execução em sim: enforcamento. Ora quer-me cá parecer que
uma execução deste tipo, em público, é uma selvajaria.

Eu, por princípio, sou contra a pena de morte mas frontalmente a favor da prisão perpétua. A prisão perpétua parece-me uma boa solução para os criminosos irrecuperáveis. Sim, porque quer queiramos, quer não, há criminosos que são irrecuperáveis, tal como alguns toxicodependentes ou doentes. Basicamente, há indivíduos que já não servem para nada. Se não servem para nada, poderá pensar-se que são um mero gasto inútil para os países e um peso para a sociedade, o que é verdadeiro. Mas matá-los seria privá-los de serem torturados nas prisões, para o resto das suas vidas. Assim, mantê-los vivos é duplamente bom: por um lado não se é tão bera como eles, por outro têm que aguentar tudo o que as prisões, esses locais tão aprazíveis, lhes proporcionam.

P.S.
Este post era para ser assim:
Título: Sou contra a pena de morte,
Texto: porque sou a favor da tortura nas prisões.

Depois pensei: epá é capaz de haver leitores que não percebam logo onde quero chegar. O melhor é fundamentar um bocadinho este raciocínio, não vá alguém pensar que sou um ribatejano forcado, ou assim.

Depois também era para tirar aquela parte nhóquinhas que diz que um enforcamento em público é uma selvajaria. Mas achei que seria bom manter um nível de simpatia adequado para o incauto leitor, pelo menos, continuar a ler o post. Obviamente menti. Acho por exemplo que aqueles dois que o ano passado enfiaram uma criança dentro de uma banheira com água a ferver mereciam esta e muitas outras selvajarias.