terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Ser estúpido enquanto jovem não é nada, haviam de ver daqui a 15 anos.

Grande parte das pessoas não nasce, mas cresce e vive, estúpida. É na juventude que esta condição é mais notável, mas é no resto da vida que a fatalidade as vai atormentar sobremaneira.

Esta ideia, juntamente com a de que qualquer desempregado com menos de 35 anos é um cidadão inútil deixa-me descansado na sua veracidade.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Afinal para que servem os Oscars?


















Para isto. Só para isto: para ver a lindíssima Nicole Kidman num lindíssimo Balenciaga.

sábado, 24 de fevereiro de 2007

A criança não foge, ok?

Certinho como o destino, os impostos e o cabelo impecável do Nuno Rogeiro - mais cedo ou mais tarde, calha-nos sempre ter que "ir ver a criança". Ora, "ir ver a criança" é uma instituição nacional, mais um símbolo de portugalidade para acrescentar aos seculares e indiscutíveis Galos de Barcelos, Rendas de Bilros ou, novamente, o Cabelo Impecável do Nuno Rogeiro.

Nunca estamos verdadeiramente preparados para este acontecimento e, talvez por isso, ainda não aprendemos verdadeiramente a lidar com ele. Ou seja: é praticamente impossível esquivarmo-nos a "ir ver a criança" e está inequivocamente fora de questão fazer desta visita um momento prazenteiro. Não que a "criança" não mereça os mais rasgados elogios, muito em redor do seu controlo do esfíncter, da capacidade de dormir mais do que duas horas seguidas ou, claro, se é parecido com um dos progenitores (sendo que, na maioria das vezes, é mais parecido com o Nuno Rogeiro, mas eu creio que o homem não consegue humanamente ser responsável por todas as procriações de Portugal), mas o próprio acontecimento em si é, digamos, pífio.

Imaginemos o seguinte cenário: um grupo de 30 amigos combina um jantar num local adequado (agora que a Feira Popular fechou, tornou-se uma tarefa hercúlea - restam-nos só restaurantes bons e isso nunca é aceitável para os orfãos de Entrecampos) com um claro propósito: um deles tem uma pústula na virilha que pretende partilhar com os entes mais queridos. É matéria digna de um jantar na Feira Popular? É. É pífio? Também. É melhor ou pior do que "ir ver a criança"? Isso fica ao critério de cada um, mas a verdade é que, de quando em quando, apertam as saudades de uma asa do "Rei dos Frangos" ou de um sucedâneo de febra (já de si um sucedâneo de qualquer coisa inominável) dos "3 amigos".

Eu diria que, entre "ir ver a criança" e fazer uma endoscopia, optaria claramente pela segunda, se não estivesse com muita expectoração, mas a verdade é que já fiz uma e, raios, venham os filhos bastardos do Nuno Rogeiro.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Alavancar competências, agilizar processos, gerir conflitos.

meeting

Como diria o saudoso César Monteiro, eu quero é que o cinema português, como ele é, se foda.

Por isso, é de se tirar o chapéu a este projecto (registem-se, que vale a pena e viabiliza o dito), e de pensar se não deveríamos estar antes a fazer filmes assim (se ainda não viram, façam-me um favor e arranjem duas horas, ou dou-vos o vosso dinheiro de volta).

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

O gordo,

que há anos manda na Madeira, despediu-se. Diz que não tem dinheiro e que assim já não consegue pagar coisas caras aos amigos. Foi-se embora mas vem aí outra vez, quer dizer, pensa que é esperto.

Foda-se este gordo é mesmo à maneira. Toca tambor e diz que ele e o Gandhi são unha com carne.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Amor é...

Dar emprego a milhões de chineses e relembrá-lo a alguém a 14 de Fevereiro de todos os anos.

valentines

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Lobo Xavier, és lindo, lol, jokas do ppl de Alvalade.

Outra vez, gravata imaculada, fato impecável, pele devidamente hidratada. Começo a ficar preocupado.

Shuffle.

Pela fresquinha descobri que Marilyn Manson vai muito bem com Björk.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Happy Mondays.

O novo público, o Sim que ainda está a fazer fumo e um tremor de terra. É um começo bem macho, o desta semana.

Com terramoto a norte do Cabo Espichel.

(Ouvido num quiosque por uma leitora atenta dos três pastelinhos, meia hora depois do terramoto que se fez sentir por aqui).

"Então e a menina não sentiu o epicentro agora mesmo?"

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Peeling.

Foi o que tentámos fazer por aqui (o plural é uma estratégia meramente política para repartir culpas e, a julgar pela aplicação no nosso governo, a coisa dá frutos) mas, ao que parece, não correu tão espectacularmente bem como o da Lili Caneças. Quem tem berço, tem tudo. Responsabilidades serão apuradas, acusações serão feitas e, se tudo correr como previsto, a questão preemente aqui em debate será sanada.

Update: Parece que até as cosméticas mais profundas podem ser anuladas (imaginem que somos a Elsa Raposo e que, finalmente, conseguimos tirar aquela tatuagem do Gonçalo Diniz do braço - está tudo na mesma, portanto).

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Os três pastelinhos já pensam na reforma.

Apesar da tenra idade, há um pé-de-meia que se faz, um pouco todos os dias, rumo ao futuro. Porque as horas vão ser longas e uma boa mantinha não basta, avizinham-se lutas infindáveis pela posse da arrastadeira de inox.

Perante a ruína de só uma das três ser neste metal, qual de nós ficará com ela, uma vez que a necessidade de ouvir as pequeninas pedras do rim a cair é infindável?

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Aquilo que mais me apraz dizer sobre o aborto, nesta altura do campeonato.

O fato do Lobo Xavier na Quadratura do Círculo de ontem era impecável, um espectáculo, ostensivamente italiano, corte clássico, ligeiramente cintado. A gravata também era feliz, muitíssimo telegénica, apesar de não fazer sobressair o tom de pele do António. Gostava de o ter visto com um matiz mais vivo, talvez um dourado texturado. Enfim, não se pode ter tudo.

Eu sei que vocês sabem aquilo que eu sei que vocês sabem que eu sei.

Todas as pessoas que são SIM são mesmo SIM e todas as pessoas que são NÃO são também SIM, apesar de ainda não o saberem, de não o quererem admitir ou de ainda não terem tido necessidade de o descobrir.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Post aberto à nossa ex-leitora Musa.

Neste fim-de-semana que se aproxima vou ao Porto, à Casa da Música, a Serralves, à Av.Miguel Bombarda, ao Trinta e Um, ao Maus hábitos, ao Pitch e às compras. E ainda volto a tempo de pôr a cruzinha no SIM do referendo.

Ai o amor...

Não chegava não se poder jantar em Lisboa por estar num grupo de mais de duas pessoas, agora ainda temos de levar com o dia dos namorados logo no princípio de Fevereiro. Não sendo excessivamente adulto, ainda sou do tempo em que se faziam anúncios na linha oportunidade, dois dias antes da data.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Bocados de casa e assim.

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