quinta-feira, 31 de maio de 2007

A.J./D.J.

Bosch.


segunda-feira, 28 de maio de 2007

Nem Freud explica.

guitars

Epiphone (Gibson), Yamaha e Fender? Nem Fernando Pessoa faria melhor.

Mutatis mutandis.

E a melhor banda do mundo de sempre desta semana são os senhores que se seguem.



Tokyo Police Club, ao vivo algures, vejam no You Tube.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Galiano de máquina.

Se a Nossa Senhora de Fátima aparecesse outra vez, tipo hoje, que roupa é que iria trazer? Será que combinaria com a mini nuvem da apresentação? Poderíamos falar de tendências e costura? Só um bocadinho, antes dos novos três segredos?

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Este pais é o que é, e a mais deveria ser obrigado.

Ouço uma sondagem na TSF, por causa da abertura das feiras do livro de Lisboa e Porto, que diz que a maior parte dos portugueses compra livros em livrarias e não nas feiras.

Quem se lembrou de colocar esta pergunta num questionário? É um pouco como perguntar se os portugueses ficam à espera da Fil Automóvel para comprar carro.

Às vezes tenho dificuldade em lidar com tanta estupidez. Ganda merda de jornalismo que temos. E se pensam que não, lembrem-se da capa de ontem do DN, que dizia que os Gato Fedorento plagiaram o genérico do “Diz que é uma espécie de magazine”.

O fiambre fininho, se faz favor.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Velhos no vidrão.

Não é o título de um poema da Odete Santos, mas podia muito bem ser. É um desabafo de um cidadão eco-consciente que, ao colocar o papel no papelão, é interpelado por uma cidadã, digamos, vetusta. A dita velha interroga-o (ao cidadão, portanto, eu - é melhor mudar para a primeira pessoa, que isto, parecendo difícil, é), interroga-me, dizia eu, e interroga-se, dando origem ao seguinte "diálogo", chamemos-lhe assim.

Velha: "Isto é uma fiambreira ou uma rebarbadora?"

Cidadão (portanto, eu): "Desculpe?"


Velha: "Isto que aqui está (apontando para um saco de plástico preto com um objecto volumoso no interior), é uma fiambreira ou uma rebarbadora?"


Aqui notei um tom de impaciência na voz do raio da velha muito adolescente, só lhe faltava o "dah, tecla 3" no final da frase. E eu, a olhar para uma merda de um saco de plástico preto, que tanto podia lá ter dentro o rascunho dos discursos do Bernardino Machado para o próximo debate parlamentar como os intestinos da minha vizinha do terceiro esquerdo.

Eu: "Como é que quer que saiba?"
Velha: "Então não foi você que aqui pôs isto?"

Lynch, Fellini, meninos ao pé da sexagenária, digamos, velha. Aquela merda estava a começar a dar-me arrepios. E era daquelas velhas com mais barba do que eu - fácil, mas ainda assim, creepy.

Eu: "Não."
Velha: "Foi, foi, ainda há bocado."

Eu já só sonhava que aquilo fosse uma fiambreira para poder fazer carpaccio da merda da velha ao jantar.

Eu: "Não, não fui. Quer que veja o que é?"
Velha: "Sim."

Uma vez escuteiro, para sempre escuteiro.

Eu (depois de inspeccionar o conteúdo do suspeitíssimo saco): "É uma fiambreira."
Velha: "Ah, bem me parecia."

"Ah, bem me parecia"? Primeiro: quem é que acha que uma rebarbadora é melhor do que uma sanduicheira? Segundo: para que é que a porra da velha queria uma rebarbadora? Terceiro: porque é que o raio da velha não abriu o saco? Quarto: tendo aberto o saco, uma vez que conhecia o conteúdo, porque é que me obrigou a abri-lo de novo? Quinto: what the fuck is a rebarbadora?

Eutanásia não é uma questão moral, é mais uma questão de "terça-feira dá-te jeito?".

Eles devem achar que não.

Mas na verdade, uma das tribos mais inúteis é a dos góticos. E ninguém faz nada.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Eu não queria...

Mas a pequena Maddie, como muito bem observou José Júdice no Eixo do Mal do passado sábado, onde dizia que a imprensa portuguesa adopta causas e nomeia-as: não é a Maddie, é a pequena Maddie, não tarda muito e tem uma linha de merchandising. Já faltou menos para andarmos a beber café em canecas com a Maddie lá estampada.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Esta situação não pode.

Rodrigo Guedes de Carvalho, final de telejornal, despedida que se tornou já imagem de marca do pivô "Foi o país e o Mundo...". E ficou por aqui? Nah. O malandro não resistiu e colou um rabinho maroto ao cliché que todos nos habituámos a engolir com a última garfada de empadão: "... Passam hoje 14 dias desde que Maddie desapareceu". Se eu fosse o maradona (que não sou, nem nunca serei, nem almejo ser - é, antes de mais nada, uma questão de porte que eu não possuo, e depois, uma questão de inteligência que também), diria, "*oooooooooda-se". Como não sou, digo "*ooooooooda-se" (atente-se à subtracção de um "o", a diferença entre os meninos e os génios). E já chega? Nah. Toca de ir ao baú da adolescência (felizmente) perdida, colar-lhe um powerpoint inenarrável com imagens da supracitada criança, e coroar o real cocó com um ousado "Don't You Forget About Me". E não, não foi um tesourinho deprimente dos gatos nem uma alucinação provocada pelo excesso de feijoada do Painel ao almoço. Depois admiram-se que Portugal encabece o ranking de povo que mais lexotans consome no terceiro mundo. Perdão, na europa.

terça-feira, 15 de maio de 2007

Desert sessions.

cacto1

cacto2

cacto3

Menú.

Telejornal. Recordo, aquela síntese noticiosa que passa à hora do jantar. Jantar esse que estava no prelo enquanto o dito bloco estava no ar. Estava no passado. Passado porque, depois da seguinte conjugação de palavras, "esperma, sangue, urina e súor", não há estômago que aguente.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Prometi à Anita que escrevia um post em que ela pudesse comentar.

É uma tentativa coxa, mas cá vai disto:

- Prada
- Velhos a passar à frente nas filas de supermercado
- Amigos que insistem em mostrar a criança
- Velhos a ir à segurança social de manhã para ficarem despachadinhos
- Manolo Blahnik

Pegas nisto?

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Ai e tal, e o respeito pelas diferenças culturais.
















Epa, por mim tudo bem, mas depois o que é que esta malta faz à tarde? Terrorismo, claro.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Há coisas que são assim e não há explicação.

Ou então encontrem-me uma que justifique chamarem autocarros de auto pullman.

Época balnear.

E pronto, estamos aqui estamos a entrar na época dos tolos de praia.

Fogo, Ota vêz!

No que à localização do novo aeroporto diz respeito, pelo menos um terço deste blogue, é frontalmente a favor.

O mais curioso são os deputados da oposição, que ainda assinam artigos de imprensa em que utilizam expressões como "...senão esta decisão torna-se irrevogável...", como princípio primário de conversa. Ou seja, assumem que o novo aeroporto ainda pode ser que não seja na Ota.

Portuguesas e portugueses, onde vai ser o novo aeroporto funcionou uma base aérea militar durante décadas sem nenhum bombardeiro se ter afogado num pântano. Por isso, opositores ou cépticos, ide-vos coçar com a vossa conversa de medricas. Devem ser os mesmos que falaram contra a construção do Centro Cultural de Belém e agora vão para lá passear aos Domingos à tarde porque os Colombos da vida são monumentos ao consumismo. Tristes do caneco. Palhaços até. Se calhar até falaram mal da Expo98. E quem diz da Expo diz do Euro 2004.

Cambada de losers.

Se calhar queriam ser vocês a contar as moedinhas do governo e a dividi-las em saquinhos tipo este montinho para aqui, este para ali e este para a Cinemateca. Para a Cinemateca sim, e para o King mas para o Museu de Arte Moderna de Sintra não, que esse é do Berardo e por isso não se pode. Aliás aprendi com a minha mãe a seccionar bem as coisas. Ela diz que não gosta do Sérgio Godinho porque ele é comunista e eu não gosto do Andy Warhol porque é americano e porque o Berardo tem dinheiro para comprar quadros dele. Mas por outro lado o gordo da Madeira tem coisas giras e até as vai pôr no CCB. Estou baralhadito, é melhor ir ler o Público que me faz melhor.

domingo, 6 de maio de 2007

Dois coelhos.

Anda tudo arreliado com os destinos futuros do próximo aeroporto internacional e das empresas que brincam às empresas que compram outras empresas. À luz dos acontecimentos recentes, com os fracassos das OPA's do BPI e da PT, e com o aeroporto cada vez mais longe dos terrenos dos Soares e do Almeida Santos, eu proponho que se resolva a questiúncula da forma que me parece mais lógica: aeroporto na OPA e não se fala mais nisso.

sábado, 5 de maio de 2007

Euromilhões.

Todos temos planos para um eventual jackpot do Euromilhões. Eu não sou excepção, sou é modesto.

Oops, they did it again.

Posso estar redondamente enganado, como estive na véspera do lançamento do novo dos Bloc Party (bonzinho, mas a anos luz de "Silent Alarm"), mas quer-me parecer que "Our Love To Admire", o novo dos Interpol (a sair em meados de Julho), só pode ser uma obra prima. Não sou eu que o digo, é isto:



"Pioneer To The Falls", Interpol, ao vivo no Festival de Coachella.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

O Santana Lopes ia-se enganando.

Ninguém me consegue tirar da cabeça que, a par do novo aeroporto da Ota e do TGV, o projecto de Frank Gehry para o Parque Mayer era uma das obras do século em Portugal.

Os energúmenos também acertam.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Considerações semióticas a propósito da campanha publicitária da Triumph.

Chiça, que a Cláudia Vieira é aleijadinha de boa.

terça-feira, 1 de maio de 2007

Há festa na aldeia (2).

aldeia3

aldeia2

aldeia1

Há festa na aldeia (1).

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aldeia8