domingo, 9 de setembro de 2007

A próxima melhor coisa.

Há uns anos largos, a next best thing era coisa para aparecer de ano a ano, ou vá, na melhor das hipóteses, duas por ano - Nirvana e Pearl Jam, Morphine, Blur, Oasis (a imprensa britânica é especialmente permeável a esta excitação extra) e, mais recentemente, Franz Ferdinand, Bloc Party, Kasabian, Kaiser Chiefs, Interpol, Strokes, Artic Monkeys (percussores do myspace como um gigantesco "fuck you" para todas as editoras que se regiam pelas regras "tradicionais" do jogo).

Agora, as próximas melhores coisas vêm aos pacotes mensais, são mais do que aquelas que o tempo nos permite acompanhar e, grosso modo, há muito lixo ali pelo meio. Há que saber "respigar", separar o trigo do joio e, pegando no trigo seleccionado, respigar de novo, por uma questão de pura sanidade mental.

Dos últimos meses, retive pouco. Hoje, com a precioso ajuda do Vitor Belanciano e do Ipsílon, retive isto. Podem nunca passar do hype, mas só o hype já me pôs as ancas a abanar. E quem me conhece reconhece o mérito de tamanha façanha.